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Apresentação

O Programa de Pós-Graduação em Neurologia foi criado em 1978 pelo professor titular Dr. José Geraldo Camargo Lima, que exerceu a coordenação desse Programa até o ano de 1989. Durante esse período, médicos com residência em Neurologia/ Neurocirurgia podiam fazer mestrado e doutorado pela Pós-Graduação em Neurologia e os títulos obtidos eram de mestres em Neurologia e doutores em Medicina. Nesta época, o Programa contava com dois centros de pesquisa, situados na Disciplina de Neurologia Clínica e Neurologia-Experimental.

A partir de 1983, com o apoio do Prof. Dr. Esper Abrão Cavalheiro houve uma modificação no Programa, que passou a receber alunos graduados de outras áreas, ligadas à medicina ou médicos não neurologistas, além de orientadores mais voltados para a pesquisa básica. Durante o período de 1991 a 2000 o Prof. Dr. Esper Abrão Cavalheiro coordenou o Programa de Pós-Graduação em Neurologia/ Neurociência e propiciou uma grande integração entre a pesquisa básica e clínica, sendo um dos pioneiros na criação de um Programa de Pós-Graduação multidisciplinar dentro da UNIFESP.

Atualmente, o Programa admite alunos graduados em diferentes áreas e que tenham interesse no desenvolvimento de pesquisas na área de neurociências, com ênfase em doenças neurológicas. Seus orientadores atuam em pesquisas clínicas ou pesquisa básica-aplicada, que engloba o estudo dos mecanismos envolvidos na fisiopatologia e abordagens terapêuticas de inúmeras doenças neurológicas. A infraestrutura oferecida consta de setores clínicos voltados ao atendimento de pacientes, exames subsidiários relacionados à investigação neurológica e laboratórios de pesquisa. Os laboratórios de pesquisa oferecem recursos e infraestrutura para estudos translacionais com utilização de técnicas de biologia molecular, cultura de células, histopatologia, eletrofisiologia além da utilização de diversos modelos experimentais. O Programa objetiva a formação de recursos humanos e de pesquisa de alta qualidade, que permita o desenvolvimento simultâneo de Ciência e Tecnologia no Brasil e que resulte em uma melhor qualidade na investigação e tratamento dos pacientes.

 

Por quatro avaliações consecutivas da CAPES (2001-2003; 2004-2006; 2007-2009; 2010-2012)  nosso Programa obteve a nota 6, que só é concedida àqueles com excelência internacional, o que atesta a qualidade de nosso Programa.

 

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