Logo Unifesp
Titulo Unifesp
 

Departamento de Medicina

Breve história do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, 1951 a 2001

Preâmbulo


Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
com a água dos rios no meio,
o Brasil está dormindo, coitado.
Precisamos colonizar o Brasil.

Carlos Drummond de Andrade. Hino Nacional, in Brejo das Almas, 1934.

As primeiras Escolas de Medicina no Brasil foram criadas por D. João VI em 1808: a Escola de Cirurgia do Hospital Militar da Bahia em 18 de fevereiro (com dois professores) e a Escola de Cirurgia e Medicina do Hospital Militar do Rio de Janeiro, em 5 de novembro. A Escola Paulista de Medicina (EPM) foi a 11ª a ser criada no país; seu Manifesto de Fundação foi publicado a 1 de junho de 1933. Em 1933 Gilberto Freyre publica Casa Grande e Senzala; em 1934 é criada a Universidade de São Paulo.

A EPM instalou-se em sede definitiva à Rua Botucatu em 30 de setembro de 1936 e inaugurou o Pavilhão Maria Thereza em 19 de junho de 1937. A EPM foi reconhecida oficialmente em 31 de maio de 1938 e federalizada a 21 de janeiro de 1956. Transformou-se na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em dezembro de 1994; é universidade especializada no campo de Ciências da Saúde. É a mais produtiva das universidades brasileiras, considerada a relação entre trabalhos publicados em periódicos de circulação internacional e o número de docentes. A EPM evoluiu de escola profissionalizante a universidade de pesquisa.

Quando a Escola Paulista de Medicina foi fundada não possuía de seu um único metro quadrado, mas foi grande o ideal e persistente a ação de seus fundadores: um grupo de cientistas e médicos com atuação destacada e idades variando de 27 a 54 anos. Na cerimônia do lançamento da estaca fundamental do Hospital São Paulo (1936) recitou o poeta Guilherme de Almeida: "Aí está, germinada e prosperada a semente; aí está, florescido o ideal; aí está, frutificado o empreendimento! Aí está a Escola Paulista de Medicina. A árvore boa, em boa hora, sob um bom signo, numa boa terra e por boas mãos plantada".

A Escola consolidou-se, cresceu e foi pioneira em vários aspectos: construiu o primeiro hospital-escola do país (Hospital São Paulo), criou o primeiro curso Biomédico no país (1966) e, em 1951, criando o Departamento de Medicina antecipou a estrutura departamental, que só veio a ser oficialmente implantada no ensino superior brasileiro em 1965.

Primórdios (1933-1950)

O ensino de clínica médica na Escola Paulista de Medicina iniciou-se em 1936, para a 4a série do curso, com a disciplina de Clínica Propedêutica Médica, sob a regência de Jairo de Almeida Ramos (1900-1972). Este ensino completava-se com o da 1a Clínica Médica, sob a regência de Octávio de Carvalho (1891-1973) para a 5a série e, para a 6a série do curso, da 2a Clínica Médica sob regência de Álvaro de Lemos Torres (1884-1942). Octávio de Carvalho foi o primeiro Diretor da EPM (1933-1938), sendo sucedido na diretoria por Lemos Torres. Com a morte, acidental e precoce, de Lemos Torres em 1942 assumiu a direção da EPM, no período 1942-1952, Álvaro Guimarães Filho (catedrático de Clínica Obstétrica). A cátedra da 2a Clínica Médica, após concurso de títulos, foi assumida por José Barbosa Corrêa (1899-1948).

As primeiras aulas práticas de clínica médica realizaram-se no Hospital Humberto Primo (depois Matarazzo): doentes, previamente selecionados pelo corpo docente, ocupavam temporária e voluntariamente leitos em área especificamente cedida ao ensino, pela direção do hospital. Em junho de 1937 foi instalado, já no campus da Rua Botucatu, pavilhão provisório do futuro hospital-escola. O Pavilhão Maria Theresa de Azevedo, em seus 2 andares, abrigava 60 leitos. No final de 1940 o Hospital São Paulo já possuía 4 andares em funcionamento, e o "Maria Theresa" destinou-se a atendimento ambulatorial e pode acolher o Centro Acadêmico Pereira Barretto. Onde esteve o "Maria Theresa" ergue-se hoje o Edifício Octávio de Carvalho que abriga a Reitoria, anfiteatros, laboratórios de aulas práticas e Departamentos Administrativos.

Os "Estatutos da Escola Paulista de Medicina", aprovados por Assembléia Geral Extraordinária em 25 de julho de 1940, tendo caráter geral, deixaram ampla liberdade de ação aos fundadores e catedráticos, até a implantação do Regimento de 1965. O ensino de Medicina foi, nas primeiras 2 décadas de vida da EPM, a resultante de conjunto de individualidades (cátedras) mais do que o desenvolvimento de um projeto pedagógico.
 

Criação do Departamento (1949-1951)

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Carlos Drummond de Andrade. A máquina do mundo, in Claro Enigma, 1951.

Em 1950 realiza-se em São Paulo a primeira transmissão de televisão no Brasil. No ano de 1951 foram criados o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a Associação Médica Brasileira e realizou-se a 1a Bienal de Artes Plásticas de São Paulo. O Ministério da Saúde é criado em 1953.

Em 1951, por iniciativa de Jairo Ramos, foi criado na EPM o Departamento de Clínica Médica, fato ímpar, pois em instituição de caráter privado e como conseqüência da formulação de um projeto pedagógico mudavam-se "as regras do jogo universitário"; apenas em 1965 lei federal instituiria o sistema departamental na universidade brasileira. A proposta inicial de criação do Departamento vinha de 1949; o processo levou dois anos para amadurecer.

Em 1949 na reunião realizada a 23 de março a Congregação da EPM analisou o documento "Estudo da organização do Departamento de Clínica Médica", elaborado por Jairo Ramos. Antes de ceder a palavra a Jairo Ramos para que expusesse o documento, o Presidente da Congregação (Álvaro Guimarães Filho, diretor da EPM) informou que o Conselho Técnico Administrativo já havia discutido "a possibilidade de a Escola Paulista de Medicina aplicar em sua organização escolar a criação de Departamentos, de conformidade com o que fora estabelecido pelos Decretos Federais 20.445 de 22 de janeiro de1946 e 21.321 de 18 de junho de 1946". O CTA achou porém "de toda a conveniência que o assunto fosse estudado e resolvido pela Congregação". Os citados decretos federais implantaram reformulação que Raul Leitão da Cunha, ministro da Educação e Saúde do Governo Provisório de José Linhares (outubro de 1945 a janeiro de 1946), fizera em diversos organismos do Ministério. A reformulação concedia autonomia à Universidade do Brasil (hoje UFRJ), modificando seu estatuto, e desenhava o modelo de constituição futura das universidades federais. O Estatuto da Universidade do Brasil (constituída inicialmente por 6 institutos e 14 faculdades, dentre elas a Faculdade Nacional de Medicina) estabelecia em seu artigo 59 que "O regimento de cada uma das escolas e faculdades estabelecerá a organização didática e administrativa das mesmas em Departamentos, formados pelo agrupamento das cadeiras afins ou conexas." Feitos estes esclarecimentos pelo Diretor, Jairo Ramos com a palavra considerou que "acontecido o infausto falecimento do Professor José Barbosa Corrêa e ficando vaga a Segunda Cadeira de Clínica Médica (com substituição interina por Horácio Kneese de Mello) deveria haver preenchimento definitivo da cátedra. Argumentou entretanto Jairo Ramos que "havia chegado o momento oportuno para a Escola Paulista de Medicina resolver sobre se havia ou não conveniência da criação de seus Departamentos, iniciando pela Clínica Médica". Lembrou que a organização dos Departamentos na Universidade do Brasil resultara do agrupamento de cadeiras, sob a presidência de um titular, e na criação do Conselho Departamental, "órgão que pouco poderia influir na melhoria do ensino Médico". Considerou ainda que "pelos estudos anteriores parece haver conveniência, para maior eficiência do ensino, da estruturação do Departamento em outros moldes, que serão a seguir apresentados". Neste momento o Diretor interrompe para informar que tendo ido ao Rio de Janeiro teve oportunidade de trocar idéias com o Diretor do Departamento de Ensino Superior do Ministério da Educação (Jurandyr Lodi), o qual aconselhou que a Escola Paulista de Medicina estudasse muito bem o assunto em apreço, principalmente com referencia ao futuro, pois, "o que se pretendia era uma inovação no ensino médico, e traria conseqüências que deveriam ser bem ponderadas". Visitando igualmente o Presidente do Conselho Nacional de Educação (Cesario de Andrade) este ponderou que "aquelas idéias iriam alterar o Regimento Interno e que, portanto necessitavam ser submetidas ao Conselho Nacional de Educação". Retomando a palavra Jairo Ramos apresenta então sua "Proposta-Consulta ao Ministério da Educação sobre a criação do Departamento de Clínica Médica". O Departamento a ser criado viria substituir três cadeiras curriculares (Clínica Propedêutica Médica, Primeira Clínica Médica e Segunda Clínica Médica), ficaria sob a chefia de um único professor titular e seria integrado por professores adjuntos, assistentes e instrutores. O Departamento, nesta proposta inicial, compreenderia as seguintes especialidades: Cardiologia, Endocrinologia, Gastroenterologia e Nutrição, Hematologia, Laboratório Clínico e Radiodiagnóstico. O Departamento teria "no mínimo seis professores adjuntos, um para cada disciplina". Após análise das vantagens que a criação do Departamento traria para o ensino e a pesquisa na EPM o documento foi aprovado, por unanimidade, pela Congregação.

A diferença entre a proposta aprovada na EPM e a prevista no estatuto da Universidade do Brasil era que esta entendia o Departamento como um agrupamento de cátedras ao passo que a proposta de Jairo Ramos previa a criação de um departamento-tronco de onde surgiriam divisões/especialidades. Nesta época já haviam sido fundadas sociedades nacionais de especialidades: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia em 1937, Sociedade Brasileira de Cardiologia em 1943, Sociedade Brasileira de Patologia Clínica em 1944, Colégio Brasileiro de Radiologia em 1948, Federação Brasileira de Gastroenterologia em 1949, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Sociedade Brasileira de Hematologia, ambas em 1950.

Desde sua fundação a estrutura da EPM baseava-se em cátedras: o quadro 1A enumera as Cátedras então existentes (1951), de acordo com as áreas de atuação. Para efeito de comparação o quadro 1B elenca os Departamentos da UNIFESP em 2001.

Quadro 1A: Cátedras existentes na Escola Paulista de Medicina em 1951, de acordo com a área de atuação

Área Básica

Área Clínica

Área Cirúrgica

Anatomia

Clínica Propedêutica Médica

Clínica Propedêutica Cirúrgica

Histologia e Embriologia

1a Clínica Médica

Técnica Operatória e Cirurgia Experimental

Física Biológica

2a Clínica Médica

Clínica Cirúrgica

Química Fisiológica

Terapêutica Clínica

Clínica Ginecológica

Fisiologia

Tisiologia

Clínica Obstétrica

Microbiologia

Gastroenterologia Clínica

Clínica Oftalmológica

Parasitologia

Endocrinologia e Nutrição

Clínica Ortopédica e Cirurgia Infantil

Patologia geral

Clínica Dermatológica e Sifiligrafia

Clínica Otorrinolaringológica

Farmacologia

Medicina Legal

Cirurgia Plástica

Anatomia e Fisiologia Patológicas

Higiene

Clínica Urológica

 

Clínica Pediátrica

 

 

Clínica Neurológica

 

 

Clínica Psiquiátrica

 

Quadro 1B: Departamentos existentes na UNIFESP em 2001, de acordo com a área de atuação

Área Básica

Área Complementar

Área Clínica

Área Cirúrgica

Biofísica

Patologia

Medicina

Cirurgia

Bioquímica

Diagnóstico por Imagem

Dermatologia

Oftalmologia

Farmacologia

Medicina Preventiva

Pediatria

Ortopedia e Traumatologia

Fisiologia

Psicobiologia

Psiquiatria

Otorrinolaringologia

Micro/Imuno/Parasitologia

Informática em Saúde

 

Ginecologia

Morfologia

 

 

Obstetrícia

 

 

Neurologia e Neurocirurgia

 

 

Enfermagem

Tendo sido a "Proposta-Consulta" aprovada pelo Ministério da Educação, a Congregação da Escola Paulista de Medicina aprovou, em sua 64a Reunião a 23 de outubro de 1950, o anteprojeto para a criação de Departamentos na EPM: "Além de Cadeiras isoladas e disciplinas autônomas poderá o ensino ser ministrado em Departamentos nos quais serão englobadas duas ou mais Cadeiras e disciplinas afins ou complementares". O anteprojeto já previa em um de seus artigos a criação do Departamento de Clínica Médica: "Fica desde já criado o Departamento de Clínica Médica, autorizado a funcionar pelo parecer número 355 da Comissão de Ensino Superior. O Departamento de Clínica Médica, compreendendo o ensino e a investigação será inicialmente composto: a) da Cadeira de Propedêutica Médica e da segunda Cadeira de Clínica Médica; b) das seguintes disciplinas: Cardiologia, Gastroenterologia, Endocrinologia, Nutrologia, Doenças pulmonares não tuberculosas, Hematologia e Afecções renais médicas; c) dos Serviços de Laboratório Clínico e Radiodiagnóstico".

A criação do Departamento preservava Cátedras existentes (quadro 1A) e assim durante certo tempo conviveram, em período de transição, a Cátedra de Doenças do Aparelho Digestivo (Felipe Figliolini) e a Secção de Gastroenterologia do Departamento de Clínica Médica (Wladimir Gomes Ferraz); a Cátedra de Endocrinologia e Nutrição (José Ignácio Lobo) e a Secção de Endocrinologia do Departamento de Clínica Médica (Luciano Décourt). A atual Disciplina de Pneumologia foi neste primeiro momento denominada de Secção de Moléstias Pulmonares não Tuberculosas, pois coexistiu com a Cátedra de Tisiologia (Décio Queiroz Telles).

O citado parecer 355 autorizando o funcionamento do Departamento vem transcrito na íntegra (respeitada a grafia original), por resumir visão externa sobre a proposta e sobre o ensino de clínica médica.

O parecer destaca que a formação do Departamento não significava a criação de um simples consórcio de interesses de alguns catedráticos (com a manutenção de autonomia individual) mas sim a introdução do conceito de departamento como local onde se trabalha em conjunto para fins comuns de ensino e pesquisa. Criavam-se a um tempo as bases para o desenvolvimento das disciplinas/especialidades e a integração de esforços para o ensino de medicina. O novo Departamento incorporou duas cadeiras (Propedêutica Médica e 2a Clínica Médica) e passou a contar com 6 Disciplinas e 2 Serviços (quadro 2). Não foi incorporada, como inicialmente proposto, a cátedra de Octávio de Carvalho (1a Clínica Médica). Finalmente, em sua 65a Reunião (26 de dezembro de 1950), a Congregação é informada que fora aprovado pelo Conselho Nacional de Educação o regulamento para o funcionamento do Departamento de Clínica Médica (parecer 434).

Quadro 2. Disciplinas e Setores do Departamento de Medicina em três momentos de sua história: criação (1951), reformulação (1967) e cinqüentenário (2001)

1951

1967

2001

Cardiologia

Cardiologia

Cardiologia

Endocrinologia

Endocrinologia

Endocrinologia

Gastroenterologia

Gastroenterologia

Gastroenterologia

Moléstias Pulmonares

Pneumologia

Pneumologia

Propedêutica Médica

Propedêutica Médica

Clínica Médica (1993)

Hematologia

Hematologia

Hematologia e Hemoterapia (1983)

 

Doenças Infecciosas e Parasitárias

Doenças Infecciosas e Parasitárias

 

Nefrologia

Nefrologia

 

 

Reumatologia (1977)

 

 

Medicina de Urgência (1995)

 

 

Geriatria (1999)

Serviço de Laboratório

Patologia Clínica

Setor de Patologia Clínica

 

 

Setor de Oncologia Clínica (1996)

Serviço de Radiologia e Radioterapia

Radiologia Clínica

Setor de Radioterapia

 

 

Radiologia: Departamento em 1985

 

Dermatologia

Transformada em Departamento (1989)

 

Medicina Legal

Incorporada ao Departamento de Patologia (1988)

A inauguração oficial do Departamento deu-se a 9 de junho de 1951, ano do 18o aniversário de fundação da EPM, que atingia assim sua maioridade. A Congregação havia eleito Jairo Ramos para a direção do Departamento. Por entendimento havido entre Jairo Ramos e Octávio de Carvalho a Cadeira de primeira Clínica Médica passaria a funcionar na sexta série, ficando assim o Departamento responsável pelo ensino nas quarta e quinta séries.

O exemplo de criação do Departamento de Clínica Médica logo frutificou. Em sua 73a Reunião, realizada a 1 de dezembro de 1952, a Congregação examina proposta, subscrita pelos catedráticos Alípio Corrêa Netto, José Maria de Freitas e Antonio Bernardes de Oliveira, de criação de novo departamento. Após exposição da proposta e discussões é aprovada a criação do "Departamento de Clínica Cirúrgica e não de Cirurgia". Em 1953 o Departamento de Clínica Cirúrgica agrupava as Disciplinas: Cirurgia Vascular, Cirurgia Torácica, Urologia, Anestesiologia, Gastroenterologia Cirúrgica, Cirurgia Plástica, Técnica Operatória e Cirurgia Experimental, Toco-Ginecologia, Neurocirurgia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia e Ortopedia. Em 1965 o Departamento, a exemplo do que ocorria com o Departamento de Clínica Médica, passa a denominar-se Departamento de Cirurgia. A composição inicial do Departamento foi-se modificando ao longo de 4 décadas e as Disciplinas de Toco-Ginecologia; Neurocirurgia (juntamente com a Neurologia), Otorrinolaringologia, Oftalmologia e Ortopedia transformaram-se em Departamentos. Em 2001 o Departamento de Cirurgia é composto das seguintes Disciplinas: Anestesiologia, Dor e Terapia Intensiva Cirúrgica; Cirurgia Cardiovascular; Cirurgia Pediátrica; Cirurgia Plástica; Cirurgia Torácica; Cirurgia Vascular; Gastroenterologia Cirúrgica; Técnica Operatória e Cirurgia Experimental; Urologia.

O Departamento de Bioquímica e Farmacologia (DBF), formalmente constituído em 1965, há anos atuava informalmente e desde 1956 ocupava prédio próprio (o atual Edifício José Leal Prado). Nascera o DBF da decisão dos professores de Farmacologia (José Ribeiro do Valle) e de Bioquímica (José Leal Prado) de trabalharem juntos na organização de um único local para pesquisa e ensino destas disciplinas.

voltar para Departamento de MedicinaVoltar para Departamento de Medicina

Próxima páginapróxima página

 

 

 

Rua Pedro de Toledo, 650 - 2° andar do ambulatório - Tel.: (11) 5576-4641

contato: marina.dmed@epm.br

Última atualização: