Blog do LabHum

Laboratório de Humanidades



MINHA EXPERIÊNCIA COM A FOTOGRAFIA CONTEMPLATIVA

"...devo viver mais atenta ao presente, devo estar realmente presente
o meu dia para não perder momentos importantes que não voltam. "

Leia mais...
 

O príncipe me encanta! Gostaria muito de encontrá-lo por aí.

Por Aparecida Bastos Pereira

O príncipe me encanta! Gostaria muito de encontrá-lo por aí. Alguns personagens literários para mim são assim: anseio por conhecê-los ao vivo.

Leia mais...
 

O valor da divergência

LABORATÓRIO DE HUMANIDADES
LIVRO: Ressurreição de Liev Tolstói
Por Juliana Fernandez Santana e Meneses
São Paulo, 06 de novembro de 2015
Relatório de Conclusão do Curso

Me assustei quando vi a aparência do livro. E, principalmente quando soube do autor. Me parecia um livro altamente filosófico. Achei que não fosse entender a estória. De modo geral, me acho mais técnica e menos filosófica. Há anos só me dedico a leitura de livros de assuntos técnicos da minha área. Talvez eu nunca tivesse me interessado por um livro desses espontaneamente. Deixei para depois o início da leitura e assim, por vários dias, mas toda noite me incomodava saber que ainda não havia começado a leitura obrigatória.

Leia mais...
 

Vão precisar do meu livro não só hoje, mas daqui há 100 anos, 1000 anos ?

Por Karla Tuanny Fiorese Coimbra

História de convivência do ciclo de Ressurreição, de Tolstói

O meu primeiro contato com o Labhum foi através do livro Névoa, e fiquei intrigada como aquele livro poderia ter alguma relação com a humanização. Depois, ao ir participando das nossas reuniões, fiquei muito surpresa com o desenrolar de tudo e como o Dante conseguia extrair humanização através de cada situação contida no livro. Desta vez, ao ler o livro todo pela primeira vez, parecia que Tolstói havia escrito esse livro para o Labhum, para tocar na alma de seus leitores, despertando a sensibilidade de cada um que o lê.

Leia mais...
 

Névoa e apanhador, surpresas se msoluções, por Jair Marolla

Relatos de experiência no LabHum, ciclos NÉVOA de Miguel de Unamuno e O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

Leia mais...
 

Névoa, uma ótima companhia. Por Larissa Ferraz

Dois relatos por Larissa Ferraz Reis, sobre as obras Névoa, de Miguel de Unamuno, e Ressureição, de Tolstói.

Relatório Final Laboratório de Humanidades: Névoa

Névoa foi uma ótima companhia enquanto aguardava para embarcar num vôo. A obra me capturou de tal forma que rapidamente concluí o livro. Miguel de Unamuno, habilmente, cria uma trama nos faz questionar a maneira como nos relacionamos com o Outro. Insegurança, apego, orgulho, respeito (ou a falta dele) e amizade são alguns elementos que permeiam os Encontros.

Leia mais...
 

A verdadeira Bíblia da humanidade, por Rebeca Rodrigues Pessoa

Livro Ressurreição, de Liev Tolstói: a verdadeira Bíblia da humanidade

Após uma palestra que vi na UNIFESP, ministrada pelo professor Dante Gallian, no Simpósio de Fonoaudiologia, resolvi conhecer o Laboratório de Humanidades, ou LabHum. O que despertou em mim essa curiosidade e me deixou bastante intrigada foi o fato de haver discussões literárias, de livros indicados pelos responsáveis pelo laboratório, Yuri Bittar e Dante Gallian. O grupo é, realmente, inovador para o nosso campus, que agrupa cursos universitários da “área de biológicas”, ou “área de saúde”. Cursos excelentes em pesquisa e prática clínica e reconhecidos pelo Brasil. Entretanto, acho que o LabHum trouxe para o campus São Paulo da UNIFESP algo que ainda faltava: a “área de humanas”.

Leia mais...
 

Na Névoa existencial, por Gabriel Barreto Rossello

Nos meses de março e abril do semestre de 2015 começamos pelo livro “Névoa ” do autor Miguel de Unamuno .

Minha experiência no LabHum com esse livro representou uma mistura de sensações. Identificação com a personagem e a sua reflexão sobre a existência foram as coisas que mais me tocaram da leitura e dos encontros.  Sempre traz certo alivio ler esse tipo de livros porque podemos vislumbrar a nossa própria humanidade sem ter medo de parecermos “loucos” ou “niilistas”. Névoa trouxe vários universos de discussão, mas o vazio existencial, a  angustia e o “problema” do amor  foram dos assuntos que  mais fizeram refletir. 

Leia mais...
 

Um pouco do que fui durante a Longa Travessia do Humano

Por Alessandra Paula Ferreira Moreira Neumann *

Certo dia conversava com uma colega sobre os problemas do trabalho, o excesso de metas, condições precárias de trabalho entre outras, ela me disse: “Quando chove – chove muito!” Aquela frase teve um peso imenso naquele momento...

Leia mais...
 

A condição humana através das personagens (por David Sergio Hornblas)

Dostoiévski escreve e descreve a condição humana através dos personagens protagonistas de Os Irmãos Karamazov.

Nesta narrativa ímpar, tece enlaces de uma história alocada no século XIX com total pertencimento ao XXI. O tempo, irrelevante. Não há elementos da modernidade ou pós-modernidade que desempenham papel essencial no texto. Nesse tecido encontra-se a descrição do humano bom, mau, ardiloso, feroz, fracassado, perverso, manipulador, dentre tantas possibilidades. Mas o mais importante: vincula-os através de universais éticos, religiosos e morais, inseridos no zeitgeist. O emaranhado empresta – sem dó – os arquétipos humanos, construindo um texto primoroso, temperado por emoções, suspense, história, política e... relações humanas.

Por isso o pertencimento à atualidade é genial.

Leia mais...
 

A espessa névoa presente no cotídiano

A seguir mais dois relatos de participantes do LabHum, a partir das discussões sobre o  livro NÉVOA de Miguel de Unamuno
SÃO PAULO 2015

Leia mais...
 

A névoa que cobria os meus olhos foi se dissipando aos poucos

Seguem dois relatos de participantes do LabHum, ciclo Névoa (1º sem. de 2015).

Leia mais...
 

O Apanhador no Campo de Centeio - 5 textos

Cinco reflexões sobre o texto O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. Camila Dantas S. Barros, Aparecida Bastos Pereira, Sandra Araujo, Maria da Glória S.G. Marcondes e Juliana Mourão Ravasi apresentam diferentes visões sobre a mesma personagem, sobre si mesmas e sobre todos nós.

Leia mais...
 

A difícil busca da identidade: na vida, na minha vida e na Universidade - Rodrigo Almeida Paroni

Quando comecei a ler o livro, fiquei imaginando como seria um filme baseado nele. Pensei em um filme dirigido por JL Godard no início da carreira, cujos jump-cuts transportariam o linguajar novo do livro para as telas, e com o magistral uso de mise-en-scène, criaria um filme de autor de fato, diferente do cinema que Holden Caulfield detestava, unindo as ideias de Salinger à sensibilidade filosófica de Godard.

Leia mais...
 

O Apanhador no Campo de Centeio, por Mariah Ferreira Indiani

Quando fiz a primeira leitura do livro ''O Apanhador no Campo de Centeio'', de J. D. Salinger, percebi um adolescente incompreendido pelos outros e até por ele mesmo; Holden estava em busca de algo que nem ele próprio sabia o que era e de alguém pra conversar sobre isso.

Leia mais...
 

Medo de que tudo vai dar errado

O Apanhador no Campo de Centeio - História de Convivência por Karina Camasmie Abe

“Você já se sentiu alguma vez cheia de tudo? - perguntei. - Quer dizer, você alguma vez na vida já ficou com medo de que tudo vai dar errado, a menos que você faça alguma coisa?” (p. 54 – versão pdf)

Leia mais...
 

RESSURREIÇÃO, por Aparecida Bastos Pereira

História de Convivência de RESSURREIÇÃO, Liev Tolstói
por Aparecida Bastos Pereira

Ressurreição é “um soco no estômago”, parafraseando Clarice Lispector em A Hora da Estrela!

Leia mais...
 

A Busca pelo Humano, por Luiza Victoretti Piragino

História de convivência sobre a leitura do Apanhador No Campo de Centeio
São Paulo
2015

Reler O Apanhador No Campo de Centeio (pois já o tinha lido na época da escola) me levou à adolescência, ainda mais em um momento em que tudo parece me puxar de volta aos  16 anos. Eu li o livro dessa vez, com os pensamentos desses mesmos  anos.
Leia mais...
 

Névoa, por Maria da Glória S.G. Marcondes

Névoa – Miguel de Unamuno
Relato de Maria da Glória S.G. Marcondes

Não havia ouvido nada sobre o autor até esta proposta de leitura pelo LabHum, e agora fico com a impressão de que o conheço de muito tempo atrás. Obra fundamental que contribui muitíssimo para uma reflexão da existência humana. Unamuno, este autor espanhol é bárbaro, trata de um assunto tão visceral de forma tão agradável, que me prendeu desde o início até terminar o livro. 

Leia mais...
 

O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO por Aparecida Bastos Pereira

História de Convivência

O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO - J.D. Salinger

O encontro com Holden me trouxe, a princípio, um reencontro com a minha experiência de adolescência. Inquietação, estranhamento do mundo, das relações e muitas, muitas incertezas. Poderia ter me encontrado com Holden naquele momento e teríamos, certamente, uma boa conversa, autêntica, “séria”, “para valer”!!

Leia mais...
 

Névoa e crueldade, por Sandra Aparecida de Araujo

17/03/2015 - Histórias de leitura

O primeiro ponto que me chamou muita atenção, antes de iniciar a leitura,  foi à fotografia do marcador de páginas que veio acompanhando o livro.  Nele nuvens negras pairam sobre um pequeno pássaro (ao concluir a leitura do livro voltei observar a figura para ter certeza que não era uma pequena rã), deixando muito claro que a leitura seria extremamente densa, confusa e cheia de tramas. O que foi se confirmando após ler a apresentação do livro escrita por Rubia Prates Goldani,  “Névoa é um romance escrito em 1907, obra que imortalizou o autor e que até os dias de hoje continua despertando muito interesse. O propósito da obra é arrancar o leitor de seu modo habitual de encarar a vida, fazendo com que encare como problema a própria realidade de sua existência” (Impressionante !!!). E continua  “O romance é escrito utilizando a técnica da duplicação interior, jogo de espelho e o entrecruzamento do real e da ficção” (????, simplesmente perturbador).

Leia mais...
 

Como se de repente não tivesse nada o que dizer, Ressurreição, por Licurgo Lima de Carvalho

Apesar de ter gostado imensamente de ler Ressurreição, de mais uma vez ter me rendido à genialidade do Tolstói, e participado com enorme prazer de todos os encontros do Laboratório de Humanidades que discutiu o livro, confesso que fui para as Histórias de Convivência sem muita vontade de falar, me sentindo esvaziado, como se de repente não tivesse nada o que dizer. Mas mesmo assim, lutando contra esse “nada”, na hora certa eu estava no LabHum pronto para ouvir e sentir.

Leia mais...
 

Névoa e autoconhecimento

Camila Dantas dos Santos Barros
Doutoranda, programa Neurociência

Névoa (Unamuno)

Minha primeira impressão do livro foi que teria bons momentos de reflexão com os monólogos da personagem principal, o Augusto. E realmente os tive, contudo não foi um livro que me cativou, que me deixou entusiasmada com os próximos eventos e passos das personagens. O Augusto me desapontou em muitos momentos. Como pode uma personagem tão “pensante” e perspicaz em seus momentos solitários, ter ações tão opostas no decorrer da história ? Muitas vezes parecendo uma criança mimada, com seus delírios infantis.

Leia mais...
 

Por quê que os homens castigam seus próprios semelhantes?

Aluna: Natália Muehringer Alves Pioli
Pós graduação em Biologia Molecular

Reflexão sobre a obra de Liev Tolstói: Ressurreição

Ressurreição é uma obra extremamente crítica e embora digam que é um romance, na minha concepção, ele vai muito além disso, ele retrata como foi dito nas aulas, uma experiência de vida do autor, onde se é abordado com profundidade as questões éticas e morais da "sociedade" que somos nós mesmos em relação aos princípios de justiça e religião. O autor retrata com muitos detalhes todas as sensações e sentimentos vividos da forma mais profunda pelo personagem principal, o príncipe, e suas questões com seu "eu" interior. O personagem encontra-se em um estado constante de perturbações íntimas ao tentar se decidir sobre o que é certo e errado.

Leia mais...
 

Viver é também morrer

Relato de experiência de Karina Camasmie Abe a partir da obra Névoa, de Miguel de Unamuno.

História de Convivência

“Nisto passou pela rua não um cachorro, mas uma elegante beleza, 
e Augusto foi atrás de seus olhos, como que atraído 
por um ímã e sem se dar conta disso.” (p. 40)

Augusto Perez, logo na primeira página da nivola, sente-se atraído por um olhar, que o desnorteia por um longo período de tempo. Esse olhar foi o único elemento, em muitos anos de vida, que tirou Augusto do “passeio” pela vida, “Porque Augusto não era um caminhante sim um passeante da vida.” (p. 39). Com esse olhar, Augusto caiu na ilusão da sua realidade, começou a observar mais ao seu redor, via, sentia, parecia viver pela primeira vez. Isso me fez pensar em como é difícil olhar as coisas de verdade, somos todos, em certa medida, passeantes da vida, olhamos e não vemos, caminhamos, mas não sentimos, convivemos, mas não interagimos. Será que não temos mais tempo para olhar ou não temos mais interesse em olhar?

Leia mais...
 

A necessidade do amor em nossas vidas

Relato de experiência de Ana Carolina Anauate Pereira sobre o ciclo do O Apanhador no Campo de Centeio – J. D. Salinger

Quando li pela primeira vez essa obra, no colegial, não consegui entender o porquê de essa história ter fascinado outras pessoas, tive a impressão de que não havia um clímax da narrativa e por isso não gostei da história. Estava curiosa sobre o que iria ser discutido nos encontros e o que poderia estar relacionado à humanização.

Leia mais...
 

Literatura bem tratada

Relato de experiência de Antonio Palma a partir da obra Névoa, de Miguel de Unamuno

Alguns aspectos me impressionaram nas reuniões do LabHum:

1. O primeiro foi constatar a absoluta entrega com que os participantes abraçaram e se dedicaram à leitura.

Leia mais...
 

A Névoa Racional

Relato de experiência de Ana Carolina Anauate Pereira a partir da obra Névoa, de Miguel de Unamuno

Iniciei a leitura do livro Névoa com uma grande expectativa, tinha certeza que o livro seria ótimo, tanto como literatura como uma experiência pessoal inesquecível. Ao longo da leitura, percebi que não estava apreciando a história do jeito que eu esperava, tanto é que demorei muito tempo para ler, estava na metade da história quando os itinerários de discussões começaram. Entretanto, logo que as discussões começaram, elas foram maravilhosas.

Leia mais...
 

Ele não teve ninguém para segurá-lo...... ele está caindo.....

Relato de experiência do Livro: O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

VALÉRIA DA HORA ACQUILINO LISBOA

mestranda – Mestrado Profissional Oftalmologia e Ciências Visuais

Esta foi a minha primeira participação no Laboratório de Humanidades. Inicialmente fiquei um pouco apreensiva em participar deste laboratório, uma vez que não tenho costume de ler.  No primeiro encontro ainda não tinha lido o livro e quando comecei a escutar o relato de algumas pessoas que já o haviam lido, fiquei curiosa em lê-lo, pois as opiniões divergiam e portanto senti a necessidade de saber qual seria a minha. Iniciei, naquele mesmo dia a leitura, que no início, confesso,  achei um pouco chata, um adolescente crítico e reclamão de tudo e de todos. Usava sempre uma expressão no livro que me incomodava “TUDO QUE O VALHA”, me cansou um pouco ler essa expressão, não via necessidade de ser colocada sempre essa expressão, mas ao longo dos encontros comecei a ter outra visão do livro e do que eram esses encontros; cada pessoa falando, dando suas opiniões, comecei a me envolver e querendo terminar a leitura o quanto antes. O personagem me passou ser um adolescente sozinho, perdido no mundo, sem  a atenção e carinho de seus pais, a única pessoa que o entendia e se preocupava com ele era sua irmã mais nova, Phoebe. Uma pessoa tomada pela sombra da perda de seu irmão, um adolescente em busca de seu auto-conhecimento, querendo gritar para o mundo, e  ao mesmo tempo pessimista, crítico com os colegas da escola, que tinha nojo de tudo e de todos, mas conservador, com valores morais, caráter, carinhoso e preocupado com as crianças e com os mais necessitados.

Leia mais...
 

Sobre a capacidade que a literatura tem de nos fazer sonhar

Lucíola de Castro Coelho
RELATÓRIO do livro “NÉVOA”

Esta foi minha primeira experiência no Laboratório de Humanidades e, confesso, que me encantei.

Nunca havia lido um livro e discutido com outra pessoa sobre os personagens e as percepções da história. Achei muito interessante e enriquecedor porque escutar a opinião de outras pessoas, ampliou meu olhar sobre a história e os personagens. Ler Névoa foi uma experiência diferente também porque estava habituada a ler livros de romance “tradicionais” onde o autor não se envolve na história e não provoca o leitor.

Leia mais...
 

Em meio à névoa, o humano, Relato por Nelma Lourenço de Matos Cruz

LABORATÓRIO DE HUMANIDADES
ALUNA: NELMA LOURENÇO DE MATOS CRUZ
TEMA: EM MEIO À NÉVOA, O HUMANO
LIVRO: NÉVOA AUTOR: UNAMUNO

Carreguei o livro por muitos dias e não consegui iniciar a leitura. Deixei para iniciar a leitura depois do primeiro encontro, quando muitas pessoas falaram que a mãe do Augusto tinha criado um homem mimado, sem expectativas, eu fiquei com receio de ler. Tenho só uma filha e a ideia de que a mãe “estragou” o filho me assustou. Fiquei refletindo sobre meu modo de educar minha filha.

Leia mais...
 
Mais Artigos...


Página 1 de 3


Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde - CEHFI
Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
Ministério da Educação

Rua Loefgreen 2032, Vila Clementino, São Paulo, SP.

Fones: 55-11-55764848 ramal 2533 / 55-11-5084-8582